terça-feira, 13 de março de 2012

Ateu por modismo e seu intelecto comovente

Saudações, meus lindos leitores. Depois desse cumprimento que meu amigo ou não tão amigo assim chamaria de “Fiukar”, espero que vocês não tenham perdido a vontade de ler isso... mas enfim...
Estava eu em meu momento de reflexão pura enquanto usava o caralivro e lembrei de algo que havia notado há algum tempo. A hipocrisia ateísta.

Páginas como “HUMOR ATEU” demonstram a difamação de várias admirações que são consideradas sagradas para os mais religiosos, ou seja, blasfêmia. Na verdade, isso nem me incomoda – apesar de eu não ser ateu -  mas me intriga. Não pelo ato em si, mas sim pelas circunstâncias sob as quais o ato é cometido.
Isso me lembra que nesse mesmo dia eu tive uma cãibra enquanto usava a rede social. Foi uma merda. Falando nisso eu só aprendi a escrever “cãibra” semana passada, por algum motivo misterioso eu achava que era “cãimbra”, me senti um analfabeto.

Mas do que eu estava falando mesmo? Ah sim, a blasfêmia. O problema disso tudo é que os ateus – generalizando, claro – se acham os coitadinhos. Quando há a discussão, dizem que sofrem preconceitos pela sua não-crença (Isso ainda tem hífen?) e que os religiosos, na maioria cristãos, o  julgam e o difamam por isso. Outrossim como fazem com os que não compartilham de sua ideologia. Se acham intelectualmente superiores aos religiosos.

Religiosos NORMAIS não dizem que os ateus vão queimar no inferno, até porque seria contra os dogmas da Bíblia, onde diz que jamais deveremos julgar alguém. Eles tentam respeitar, mas é difícil quando você pisa em tudo que eles consideram de demasiada importância. Incrivelmente, é perceptível que normalmente quem começa a “briga” é o ateu.

São repugnantes e hipócritas, mas não os ateus de verdade. Os ateus que realmente tendem a refletir sobre o assunto e decidem não manter uma religião – e não me venham com esse papo de que ciência é religião, mimimi -  não fazem isso. A criatura desprovida de conhecimento descrita acima é o que eu gosto de chamar de ateu por modismo: o imbecil.
O imbecil normalmente não reconhece que ele é ateu apenas por modismo, mas normalmente seus argumentos são facilmente invalidados por pessoas de intelecto mínimo, portanto é fácil identificá-los. Eles acham “descolado” não acreditar em Deus e tem como ídolos o PC Siqueira e Cauê Moura.

Nada contra quem gosta deles, mas se você é ateu e possui-os como influência, meu Deus, por que seus pais não usaram camisinha?

Sei que há religiosos que não respeitam o ateísmo e eles são imbecis também, mas antes de criticá-los, vamos ver se não estamos fazendo o mesmo com eles, não é? Afinal, é aquele velho ditado: não faça o que não gostaria que fizessem com você.
Que final bonito, não acham? NÃO!

Tenha respeito por todos, seja ele cristão, mulçumano, judeu, ateu, agnóstico ou mesmo que ele acredite em Odin, respeite-o. RESPEITE A TODOS SEU FILHO DA PUTA.

PS: Uma foto de Odin em respeito ao pessoal.



sexta-feira, 9 de março de 2012

Texto inicial sem foco

Primeiramente, EU SEI QUE É PRIMEIRAMENTE,  FILHO DA PUTA. DÁ PRA VER QUE É O PRIMEIRO PARÁGRAFO DO TEXTO eu gostaria de informar a todos o motivo do novo blog.
Primeiro: dá pra ver que é o primeiro, caralho. Estou a um tempo sem redigir qualquer forma de expressão  no outro, faz quase um ano, por sinal.

Segundo: Minha habilidade de escrita e meu leque lexical melhoraram consideravelmente nesse tempo. Penso eu que possivelmente seja melhor criar esse outro.
Ao pensar nisso, começo a perceber o quanto um ano muda a mentalidade de um adolescente. Bom, pelo menos a minha.

Em um ano você pode estar no terceiro ano do Ensino Médio. No ano seguinte você pode estar no primeiro período de Medicina na USP. Diferença de um ano apenas e perceba a diferença de impacto que cada patamar pode causar.
Até mesmo do segundo ano pro terceiro eu percebi muitas mudanças. Antes estudar mais de três horas num dia era Utopia. Para mim, estudar em tal tempo era mais difícil do que esbarrar em um flamenguista de aba reta com um cordão que daria pra usar de cinto e não ser assaltado.
E é claro que como qualquer ser humano com o mínimo de bom  senso, eu aprendi a estudar para passar pro Vestibular. ESTUDANDO DE VERDADE! Não sou aquele típico marmanjo que fala pra mãe que vai estudar e volta com os olhos arregalados vermelhos e reflexos alterados consideravelmente fazendo-o momentaneamente ter que abdicar do direito de dirigir e sujar sua camisa preta e vermelha de vodka. E a mãe tendo um orgasmo de felicidade acreditando no sucesso do filho e crendo em seus “estudos”.

Mas enfim... não é sobre estudos que eu quero falar.
Em um ano, a vida pode mudar completamente. Quem sabe ano que vem eu não esteja escrevendo livros?
Falando nisso, ultimamente eu tenho pensado bastante em escrever livros, mas eu não tenho idéia do tema. E eu sei que idéia perdeu o acento, mas o Word está corrigindo e eu estou com uma preguiça de trocar... Apesar de que seria bem mais fácil do que continuar escrevendo isso só pra encher lingüiça porque eu não sei mais o que escrever.

Aliás, eu estou com sérios problemas. Toda vez que eu ouço falar da proposta do ENEM que é sobre o “Poder de transformação da escrita” eu só penso em uma coisa...


Se você entendeu, possui meu respeito.

Enfim, isso foi um texto pra inaugurar o novo Blog. Prometo que os próximos não perderão o foco tão facilmente.  Isso me lembrou de outro assunto que eu poderia explorar bastante, mas isso fica pra outro texto.
Até outro dia. Vou tentar manter esse blog.